Novo auxílio emergencial de até 4 parcelas de R$ 250 terá cadastro?

Já confirmado, o novo auxílio emergencialdeverá começar a ser pago em março deste ano. É o que garante o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que disse na última sexta (12) que o auxílio será retomado no próximo mês. Pacheco se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, com o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, se comprometendo a votar o Orçamento de 2021 e as reformas de interesse do governo para liberar o novo auxílio.

Tanto o presidente Jair Bolsonaro, quanto o Ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmaram que o auxílio será pago a partir de março. O anúncio de como será a retomada do programa deve ocorrer até o fim de fevereiro, após aprovação do Orçamento para 2021 no Congresso. Os critérios para ter direito ao novo auxílio também devem ser anunciados em breve.

Auxílio vai de março a junho

Sem valor ainda definido, Pacheco disse que o novo auxílio emergencial será retomado pelo governo federal já no mês de março, podendo durar até junho. O valor deve variar entre R$ 200 e R$ 250. “Externamos aos ministros o desejo e expectativa do Congresso em relação a este momento. As prioridades absolutas são vacina e auxílio. Só deixarão de ser prioridades quando a pandemia acabar“, disse Pacheco.

Para viabilizar recursos para novos pagamentos do auxílio, o presidente do Senado adiantou que quer inserir uma “cláusula de calamidade” na proposta de emenda constitucional para o novo pacto federativo (PEC 188/2019), abrindo espaço fiscal e orçamentário para os novos pagamentos.

O ministro da Economia Paulo Guedes assegurou o compromisso do governo com a saúde da população – na forma da vacinação e do auxílio emergencial – com responsabilidade fiscal, representada pelas reformas.

Em cerimônia realizada na cidade de Alcântara, no Maranhão, o presidente Jair Bolsonaro disse que o auxílio vai sair. “Está quase certo, ainda não sabemos o valor. A partir de março. Três a quatro meses, está sendo acertado com o Executivo e o Parlamento também porque temos que ter responsabilidade fiscal“, finalizou.


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